ACORDEM
Finalmente o governo caiu, o novo Governo
Eleito vai baixar os impostos, manter o número de funcionários na função pública
e revogar os cortes nos ordenados e nas pensões.
As empresas vão desistir das novas
tecnologias, diminuir a produção, aumentar os custos do produto, mas vão
aumentar o emprego.
A União Europeia e o Fundo Monetário
Internacional, vão emprestar dinheiro a Portugal sem exigir medidas de
austeridade, a juros baixos a muito… muito longo prazo.
Os nossos parceiros comerciais vão
importar produtos Portugueses, embora mais caros, porque até somos um país
porreiro pá.
Ainda alguém acredita nisto?
O MUNDO MUDOU.
"O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante o seu jardim e decore a sua alma, ao invés de esperar que
alguém lhe traga flores... '' William Shakespeare.
A revolução tecnológica afeta o
emprego a todos os níveis. Hoje em dia o trabalhador limita-se a vigiar o
processo de produção, introduzindo correções quando necessário.
Houve, uma rápida redução dos postos
de trabalho e um aumento da competitividade que se vai fazer notar cada vez
mais no futuro.
O emprego, devido á reestruturação e crescimento
das práticas de terceirização, vai aumentar nos contratos “atípicos” (por tempo
determinado, por prestação de serviços, estágios, etc) e da informalidade, num declínio
do emprego formal.
As novas regras caminham para a crescente
individualização das relações de trabalho, nas quais cada profissional passa a
ser remunerado pela quantidade de valor que agrega aos produtos e aos processos.
William Overholt, da RAND Corporation,
observou que entre 1994 e 2004 a China perdeu 25 milhões de empregos na indústria,
10 vezes mais que os E.U.A.
Portanto não é um problema Europeu nem
do Ocidente.
O
trabalho, até ao inicio do capitalismo na sua forma mais extrema, o neo
liberalismo dos anos 80, era usualmente associado ao emprego
assalariado, tido como um direito do indivíduo, do cidadão. Esta
realidade hoje mudou e muito. O emprego transformou-se e exige mais
conhecimento, mais formação mais comprometimento do tempo livre do trabalhador,
enquanto, paradoxalmente, remunera cada vez menos. Mas nem por isso, se
trabalha menos, ao contrário, trabalha-se cada vez mais. O que houve foi uma
mudança nas formas de se trabalhar. O emprego, na forma como tradicionalmente
era conhecido, tem vindo a ser substituído por outras formas de trabalho, como
o trabalho em casa, o trabalho temporário, os grupos de atividade e outras.
As novas máquinas e os novos equipamentos
tornam os trabalhadores supérfluos. É isso que explica a diminuição contínua
dos quadros de pessoal das empresas modernas e justificam as previsões sobre o
fim do emprego e o fim do trabalho. Estas tecnologias, permitem passar muitas
tarefas que pertenciam às empresas para os clientes – como ocorre com as Caixas
Multibanco, os Home Banking na internet, que substituem os funcionários dos
bancos, O portal das Finanças, Sistemas de Atendimento Automático, Via Verde e muitos
outros recursos tecnológicos.
Para competir com êxito e gerar
empregos, as empresas da atualidade têm de entrar nas redes, através da
subcontratação. Quem compete no mundo de hoje não são as empresas mas sim as
redes.
As tecnologias da informática e das
telecomunicações levaram o trabalho para dentro da casa dos trabalhadores. As
pessoas podem trabalhar em horários intermitentes, em dias por elas escolhidos gerindo
melhor os seus tempos com a família. Mais do que isso. As tecnologias modernas
permitiram a transferência da principal ferramenta de trabalho (computador)
para o hotel, o autocarro, o comboio, o avião, o automóvel, permitindo a
realização de tarefas à distância, do modo mais conveniente aos trabalhadores.
Um estudo de grande amplitude que cobre
vários países aponta impactos indiretos de grande importância do tele-trabalho
tais como a redução de congestionamentos de trânsito, diminuição da poluição e
acidentes, melhoria da qualidade de vida, economia de energia, eliminação de
custos com prédios e equipamentos, aumento da produtividade, redução de atritos
pessoais nos locais de trabalho, estimulação da poupança individual, aumento de
tempo para lazer e outros.
O que era considerado uma vida com
segurança, como seja um emprego numa grande empresa, o funcionalismo público,
etc. deixou de o ser, acabaram os empregos para a vida, hoje depender de um
salário tornou-se um risco.
A segurança está hoje em ter um plano, que nos
possibilite depender principalmente de nós.
A vida não para enquanto esperamos,
pelo contrário, é dinâmica e cheia de acontecimentos. Por isso, devemos focar a
nossa atenção, ação, energia e pensamento naquilo que é necessário ser feito
hoje para alcançar o que se quer amanhã.
“Uma vez tomada a decisão de não dar
ouvidos mesmo aos melhores argumentos: é sinal de forte carácter. E também uma enorme
vontade de se ser estúpido”. Friedrich Nietzsche
Infelizmente dói actualizar as nossas
ideias. Reconhecer, despertar, deixar para trás, seguir em frente.
Fácil? Não. Porém, necessário.
Faz diferente, Muda, Ousa, Reconhece
as tuas falhas e torna-as a tua força. Agradece a bênção que é poder escolher.
Como disse Chico Xavier, “não dá para
fazer um novo começo, mas um novo final sim”
O Futuro é uma consequência das tuas
atitudes e decisões no presente influenciado pelas lições vividas no passado.
Só tu podes mudar a tua vida, não é
uma questão de governo, de sorte ou azar.
As probabilidades de seres atingido
por um raio são de 1 para 4.260.000
As probabilidades de ganhares o Euro
milhões são de 1 para 116 531 800.
Não adianta culpar os outros.
Foca-te na solução e não nos
problemas.
Procura um plano B
Não se engane: existe uma crise, uma
tendência de proporções épicas na direcção dos EUA e do mundo. Neste momento,
o MLM é a única força que eu vejo no horizonte que tem potencial para fazer
essa enorme mudança.
PS: Mas disso falamos a seguir.